Ainda me perguntam

“Ainda me perguntam por que eu gosto da madrugada, pois bem… Só eu e meus livros, só eu e a caneta/papel, só eu e minhas músicas, só eu e meus pensamentos, só eu e minhas lágrimas, só eu e minha dor… Na escuridão da noite não há alguém que possa me julgar, me criticar, me machucar… Agora eu te pergunto: Como não gostar?”

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